Private

Este é um espaço privado para revelar sentimentos íntimos e pessoais, difíceis e felizes, loucos e racionais, doces e excitantes..... entre, e sinta-se à vontade...

quinta-feira, 29 de outubro de 2009

GALERIA DO AMAZONAS REALIZA TRÊS EXPOSIÇÕES DE ARTE AMAZÔNIDA EM NEW YORK

A Amazônia como uma matriz cultural no mundo pós-moderno é a tônica da 1ª Coletiva Internacional de Artistas Amazônicos produzida pela Galeria de Arte e Imaginário da Amazônia – GAIA, na cidade de Nova Iorque, EUA, no período de 26 de outubro a 18 de dezembro de 2009. A 1ª Coletiva é uma realização do Instituto Dirson Costa de Arte e Cultura Amazônicas (IDC) e produção executiva da GAIA, ambos com sede em Manaus, Amazonas. Ao todo, serão expostas 100 obras de arte, entre as técnicas acrílica sobre tela e arte-marchetaria, de oito artistas da Amazônia brasileira que fazem parte do Projeto de “Formação Profissional Artística para a Reconstrução do Imaginário Amazônico”, desenvolvido pelo IDC, desde 2003.

A 1ª Coletiva Internacional de Artistas Amazônicos está dividida em dois temas – “Trançados e Cores da Amazônia” e “Amazônia sou eu!” – e será exibida em três espaços de exposição em Nova Iorque. O primeiro faz parte do evento Tributo à Villa-Lobos, organizado pela Sociedade da Língua Portuguesa da Organização das Nações Unidas (UNSRC) e acontece de 26 de outubro a 06 de novembro de 2009, no saguão do prédio do Secretariado, sede das Nações Unidas (ONU).Com o tema “Amazônia sou eu!” a exposição no Secretariado da ONU traz a poética amazônica do belo, e mostra um “Brasil brasileiro” na expressão mais pura dos primeiros filhos amazônidas da nação brasileira.

O segundo espaço que receberá a 1ª Coletiva Internacional de Artistas Amazônicos, com o tema “Trançados e Cores da Amazônia”, será a galeria Ward Nasse, na Prince Street, no coração do artístico bairro Soho. Na Ward Nasse Gallery as obras expostas ficam de 07 de novembro a 06 de dezembro de 2009. Paralelamente, acontece a continuação da exposição “Amazônia sou eu!”, agora na Brazilian Endowment for the ArtsBEA Art Hall Gallery, na 240E, 52 street, no período de 13 de novembro a 18 de dezembro, finalizando o terceiro momento da 1ª Coletiva Internacional de Artistas Amazônicos.

CURADORIA

A curadoria da 1ª Coletiva Internacional de Artistas Amazônicos é assinada pelo artista plástico amazonense, Arnaldo Garcez, que destaca a construção dos desenhos e pinturas dos oito artistas expositores como o diferencial nas obras de arte. Para Arnaldo, o simbolismo, que é traduzido através dos desenhos, pinturas e arte-marchetaria nos leva a um lugar de reflexão, sem nada temer do que existe dentro do conceito contemporâneo das artes visuais. “Penso que é algo novo ou, simplesmente, o novo caminho para entendermos a arte da Amazônia”.

OS ARTISTAS

Estarão nas três exposições em Nova Iorque as obras dos artistas amazônicos: Duhigó (etnia: Tukano); Dhiani Pa'saro (etnia: Wanano); Iwiri-ki (etnia: Apurinã); Sãnipã (etnia: Apurinã); Tóo Xac Wa (etnia: Óro Náo); Yúpuri (etnia: Tukano); Tchanpan (etnia: Kokama) e Kawena (etnia: Kokama).

ETHOS AMAZÔNIDA

Como parte da programação da 1ª Coletiva Internacional de Artistas Amazônicos, a filósofa amazonense Freida de Souza Bittencourt apresentará na Brazilian Endowment for the Arts – BEA Art Hall Gallery, dia 18 de novembro de 2009 a palestra “Amazônia sou eu! Nosso ethos, nossa alma”. Para a filósofa, este conceito que trata da alma do povo amazônida permeia todas as obras expostas pelo IDC em Nova Iorque e é base fundamental para propor ao mundo a Amazônia como uma das matrizes culturais da pós-modernidade.

INSTITUTO DIRSON COSTA

O Instituto Dirson Costa de Arte e Cultura Amazônicas, idealizado pelo maestro e compositor amazônida Dirson Costa, ex-aluno de Villa-Lobos no Brasil, é uma instituição privada sem fins econômicos, cuja missão é preservar a Amazônia no âmbito das culturas, tendo como meio o estudo das Artes e a prática da Cultura da Paz. No esforço para compreender e interpretar o universo regional, o IDC busca descortinar os cenários, os povos, os costumes, os sentimentos, enfim, o patrimônio material, imaterial, natural e cultural, além das características inerentes à vastidão amazônica. Registrar e reconstruir a realidade amazônica em sua especificidade e conectá-la a contextos mais amplos é fundamental para sua permanência.

GALERIA GAIA

A Galeria de Arte e Imaginário da Amazônia – GAIA reúne em seu elenco inaugural 14 artistas plásticos amazonenses, totalizando um acervo de mais de 200 obras para aquisição imediata. Os interessados em adquirir obras dos oito artistas em exposição em Nova Iorque podem se dirigir a GAIA, em Manaus, que possui peças exclusivas dos mesmos. A Gaia tem como missão despertar e expressar para a sociedade mundial a alma do povo da Amazônia, por meio das artes, tomando como base a tradução da alma do povo amazônida, o ethos amazônida, definido pela professora e filósofa Freida de Souza Bittencourt, conselheira da galeria.A Gaia tem o seu horário de funcionamento de 9h às 20h, de terça à sábado.

Visitas personalizas e privadas serão agendadas pelo telefone (092) 3302-6577 ou pelo e-mail:
contato@galeriagaia.com.br. O endereço da Gaia é Av. Darcy Vargas, 1250 – CEP 69050-020 ’ – Manaus/AM.


segunda-feira, 23 de fevereiro de 2009

Carnaval: momentos de pura alegria e emoção


Chegou o carnaval, época de folia e diversão, particularmente, o melhor período do ano na minha opinião. Adoro carnaval, desde criança sempre gostei de bailes, fantasias e, claro, muito samba. É um momento mágico, em que as pessoas soltam a imaginação e as emoções assumem o comando da situação. Seja em blocos, bandas ou desfiles de escolas, sempre vivi sentimentos inesquecíveis nesta época, como por exemplo, desfilar em escolas de samba. Todos os momentos são marcantes, desde os ensaios nas quadras, o corre-corre para confecionar as fantasias (sempre tem), a concentração e, finalmente, o desfile. O brilho das escolas me seduz, os sambas-enredos sempre trazem o inusitado, e me faz pensar que, apesar da "crise", o Brasil é o país do carnaval sim". Mas, voltando aos fatos locais, afirmo com toda certeza que a concentração é um dos momentos que sempre me deixaram mais nervosa. O som da bateria, que começa lentamente e vai aumentando.. envolve até a mais calma das criaturas (risos). É nesse instante que começa a correria para posicionar de forma perfeita as alas e os carros alegóricos, o pessoal da coordenação "enlouquece" com os brincantes que compram fantasias para desfilar e nem tem noção do que está acontecendo, chega a ser engraçado, porque a maioria, na hora do desfile, já está "bêbada" (risos). E tem também aqueles que querem aparecer, que procuram as câmeras e fazem mil "caras e bocas" no intuito de chamar a atenção e ganhar um minuto de fama. Destaco a fisionomia dos presidentes das escolas e dos carnavalescos, coitados.... acho que não conseguem engolir nem um copo de água, afinal de contas é um trabalho de um ano inteiro para apenas um dia de apresentação, nada pode dar errado. Mas diante de todas essas situações, confesso que adoro todos os momentos, "que atire a primeira pedra" quem nunca sentiu aquele "friozinho" na barriga numa hora dessas. A passagem pelo sambódromo é uma "locura", o começo, meio e fim de todo um trabalho que precisa ser mostrado em apenas alguns instantes. E não pára por aí, depois de tudo isso vem a hora da apuração... momento marcado por discussões e gritos dos fiéis brincantes das escolas. Mas o carnaval é isso, um período mágico que nos permite ousar e colocar para fora todas as emoções, sem medo de ser feliz, de se permitir e de sentir, que apesar de algumas coisas não acontecerem como queremos em nossas vidas, há outras coisas que nos trazem alegrias, ainda que por um curto espaço de tempo.


Bjkas e bom carnaval pra todos!!

sábado, 13 de dezembro de 2008

Conto de Natal real....

Hmm... chegou o Natal, adoroooooooo. Época de boas lembranças, de reunião com a família, de presentes... (risos). De todos os natais comemorados até hoje, tem um que foi inesquecível e este ano vou compartilhar. Sou uma apreciadora (consumidora) de vinhos, e isso já faz um bom tempo. meu primeiro "porre" foi aos 7 anos de idade, numa festa de Natal, pra variar. Estávamos todos reunidos, aquela alegria, e tals.. - Vamos abrir um parêntese aqui! - Minha mãe tem umas idéias que só mãe mesmo pra ter. Imagine que ela me dava vinho em forma de suco (com água e açucar) para beber desde pequena, porque segundo ela, é bom para anemia e eu jamais sofreria disso. Até aí tudo bem, só que o vício é mais forte (risos)!!! Gamei! Pior, aos oito anos não queria mais com açucar. Isso depois de ter passado pelo porre, que eu vou recomeçar a relatar agora. Pois bem, estávamos todos reunidos para celebrar o Natal, quando de repente, os adultos se esqueceram das crianças... imagine a felicidade... Eu e uma amiguinha nos escondemos no armário que ficava embaixo da pia de lavar louça. E, claro, levamos um litro de vinho maravilhoso que encontramos dando sopa na cozinha. Bebemos tudo! Foi mágico. Aquela sensação de tontura, de não poder controlar os movimentos do corpo foi sensacional. Lembro de ter achado muito engraçado. O mais interessante, é que ninguém percebeu. Mas aí outro fato inusitado aconteceu. Pegamos no sono e acordamos umas 5h da manhã com um alvoroço na casa. Imagine que um ladrão tentava entrar pela parte de trás da casa, enquanto todos se divertiam na frente. Foi uma loucura. Eu ainda estava tonta, mas lembro bem do ocorrido. Os homens da casa conseguiram pegar o suposto ladrão, amarram num poste e chamaram a polícia, isso depois de alguns terem praticado um pouco de boxe nele. Após todo o alvoroço, horas de conversa relatando o acontecido, lá pelas 11 horas da manhã do dia 25, deram por falta da tal garrafa de vinho, era especial, francês, safra boa. Fiquei muda para sempre (risos). Nunca revelei, só aos poucos, depois que cresci é que soltava algumas dicas de vez em quando. Agora resolvi compartilhar com todos em geral (espero que ninguém daquela época se lembre). É isso, um testemunho de vida referente às festas de Natal. Enfim, fui uma criança serelepe, naquela época meu inconsciente já falava por mim: viver intensamente todos os momentos, ainda que sejam loucos, mas se forem inesquecíveis vale a pena. Feliz Natal e muito vinho para todos os meus amigos, inimigos, colegas, admiradores e conhecidos!!!

Bjkas


Nika.


quinta-feira, 23 de outubro de 2008

A cidade sorriso do Brasil comemora 339 anos de idade


Manaus, capital do Amazonas - cidade sorriso do Brasil - comemora em outubro deste ano 339 anos. O nome "Manaus, deriva da tribo Manaós que habitava a região em épocas passadas. O termo, de origem divina, significa "Mãe de Deus" na lingua indígena.

A cidade é uma terra de contrastes: mistura a natureza exuberante da Floresta Amazônica ao pólo industrial de alta tecnologia que exporta produtos eletrônicos para o mundo. Habitada por uma população simples e alegre, conhecida pela hospitalidade, Manaus é uma cidade com quase 1,5 milhões de pessoas. São pessoas, cuja beleza da miscigenação racial está traduzida no aspecto físico indígena, na pele morena, gente que mostra a força do trabalho com o conseqüente crescimento, indicado sempre pelos mais altos índices do País.

No passado glorioso, Manaus traz em sua história, o simbolismo do herói, na luta de um cacique indígena, "Ajuricaba", o índio que lutou contra o etnocentrismo europeu-português e preferiu morrer nas águas do rio Amazonas do que ser feito prisioneiro.

Hoje a cidade vive outra luta. Já conquistou a maioridade e detém, nada mais, nada menos que o 4º Produto Interno Bruto (PIB) do País. Atinge ares de modernidade na construção crescente de arranha-céus que cortam os ares, nas pistas e viadutos que se multiplicam e na construção de shoppings centers que vêm mostrar o poder de compra da população.

Para Abrahim Baze, apesar da modernidade, Manaus ainda respira o seu passado: "Manaus da Belle Époque de tantos casarões que a modernidade dos teus sonhos recuperou para não perdê-los. Manaus dos teus desenganos e, por que não, do teu amanhã de uma Amazônia iluminada. Manaus soberbamente cocotte, a mostrar sua arquitetura construída no período da borracha. Ah! Manaus, quanta saudade. E, perdoe-me a pretenção de querer ver-te na sedução do teu passado".

Cultura e culinária

A rica cultura da população manauara tem como carro-chefe o ritmo do boi-bumbá, tradição folclórica que resgata os rituais indígenas da época da colonização, misturada a ritmos trazidos do Maranhão.

E mais recentemente, a capital do Amazonas firma-se como um importante pólo cultural brasileiro quando lança, por meio da Secretaria Estadual de Cultura, grandes e importantes festivais como "Amazonas Film Festival, Festival de Ópera, Festival de Jazz e Festival de Teatro do Amazonas". Os eventos, realizados anualmente, mostram o trabalho de grandes nomes da cultura local, nacional e internacional".

Manaus é assim. Uma cidade que acompanha as exigências do seu tempo e consegue evoluir sem perder o encanto e a exuberância natural. A Prova disso são os turistas provenientes de todos os lugares do mundo. Eles chegam e não querem mais ir embora protagonizando um ditado popular do manauara: "comeu jaraqui não sai mais daqui".

E por falar em comer jaraqui - peixe característico da região - a culinária local também é um dos grande atrativos da região. Entre os pratos mais apreciados estão os peixes, como tambaqui, matrinxã, jaraqui, pacu, pirarucu e tucunaré, que podem ser servidos assados, ensopados ou fritos, sem também esquecer do tambaqui ao leite da castanha, que reúne um sabor tipicamente regional.

Nas ruas, as iguarias típicas traduzem o gosto da população, como a tapioquinha feita na hora e o pão com tucumã (o famoso X-caboquinho), que podem ser encontrados na Av.Eduardo Ribeiro, bem no centro da cidade. Para acompanhar os pratos tradicionais, nada melhor que os sucos feitos com frutas locais exóticas, como por exemplo, o cupuaçu, o araça-boi e a graviola. Sem esquecer dos vinhos conhecidos pelo vigor dos sabores: açaí, abacaba e buriti.

Meio Ambiente

A cidade - pela sua posição geográfica no interior da floresta - tornou-se foco das atenções mundiais. E não deixa por menos: exibe parques ecológicos e uma sucessão de áreas verdes que parecem não ter fim. O cheiro da mata exala-se não somente nas manhãs, mas nos lugares mais inusitados. Exemplos disso podem ser conferidos nas áreas onde estão localizada a Universidade Federal do Amazonas (UFAM), no bairro Coroado, o Parque do Mindú, na área urbana do bairro Parque 10 e o Bosque da Ciência, localizado nas dependências do Instituto Nacional de Pesquisa da Amazónia (INPA).

No interior das reservas existentes em Manaus, em meio a rica vegetação pode-se encontrar alguns animais da Amazônia, até mesmo em risco de extinção, como o famoso "sauim-de-Manaus", primata que vive nas florestas do entorno da cidade.

Antigas e novas construções

Apesar da modernidade, os traços do passado histórico estão visíveis em toda parte, principalmente na área central, onde resiste seu patrimônio arquitetônico da "Época Áurea da Borracha": O cartão-postal da cidade, Teatro Amazonas, o Palácio da Justiça, o prédio da Alfândega, o Centro de Artes Chaminé, o Centro Cultural Palácio Rio Negro, a Igreja de São Sebastião, a Igreja Matriz de N. Sra. da Conceição (Matriz) e o Mercado Municipal Adolfo Lisboa, réplica do mercado em Paris Les Halles.

Dentre as novas construções, a expectativa da população agora está direcionada a construção da ponte sobre o rio Negro, que vai ligar Manaus ao município de Iranduba (a 22 quilômetros da capital). A ponte não é uma simples construção viária, mas um eixo de conexão que vai expandir o novo Pólo Industrial de Manaus com a BR-319.

A menina dos olhos do rio Negro chega aos 339 anos de idade com toda a "pompa" de cidade grande: bela, promissora e com muita vontade de continuar sua história.

Por Nika Rodrigues


quarta-feira, 11 de junho de 2008

O Amor no Dia dos Namorados

Falar de amor na semana dos Namorados é ainda mais gostoso. O amor é uma eterna aventura que agita os corações apaixonados. Algumas pessoas amam demais, outras de menos, outras ainda, amam mais a si próprio, mas ninguém pode dizer que jamais amou. Faz parte da vida. Poetas cantam e falam de amor pelo mundo afora, mas isso não é exclusividade deles, com certeza. É muito simples falar de amor quando se está apaixonado. Ainda que essa paixão seja pela vida, até porque acredito que o único amor que dura para sempre é o 'amor próprio', esse sim, pode ser eterno (risos). Mas não vamos desacreditar. Afinal, quem nunca sentiu aquele friozinho na barriga? Tenho certeza também de que o amor se constrói a cada dia, e se fortalece a partir da certeza do que queremos e da confiança mútua. Para os românticos, o amor surge de pequenos gestos, de um olhar numa esquina, de uma amizade, de palavras reconfortantes e demonstrações diárias de carinho. Para os que levam a vida de uma forma 'free', o amor surge de um sorriso no meio de uma taça de champagne, de uma cantada inesperada no meio da rua ou ainda de um beijo roubado. Para os tarados de plantão, pode surgir de uma dança sensual, de uma passada de língua nos lábios de forma sexy (os homens adoram, perguntei pra mais de 20), ou de um andar rebolativo. Claro que tudo começa na atração, mas pode se transformar com o passar do tempo (ou acabar, mas aí não é amor, né!). E há ainda os (as) capitalistas, que amam a partir de presentes (risos, existe sim). Mas, o importante é a magia do momento, aquela alegria, ainda que passageira, o desejo de estar junto, o gesto de sorrir à toa. A vida é curta, o amor, seja qual for a origem, deve ser vivenciado a cada segundo. Por isso, seja um eterno enamorado, ame a vida, as pessoas, os animais, e beije, beije muito e deixe-se levar pelas variadas formas de amar. Faça desse Dia dos Namorados, o começo de uma nova fase em sua vida, onde qualquer forma de amar seja essencial!

Bjkas,
Nika.

domingo, 25 de maio de 2008

Adeus Jefferson Péres


"Grandes homens nunca serão lembrados pelo que tiveram ou pelo que foram, mas pelo que fizeram". Essa é a primeira frase que me vem na memória após acompanhar o enterro do senador Jefferson Péres na tarde deste sábado, 24 de maio de 2008. Sempre admirei a postura do senador no cenário político brasileiro, cheguei a pensar muitas vezes que ele seria eterno, pois com 76 anos ainda estava discursando e defendendo seus ideais. Naquele exato momento, vendo a imagem do caixão, não me deixei levar pelas emoções, pois estava ali a trabalho. Como jornalista-foca, minha obrigação era captar todas as informações possíveis daquele momento histórico, focalizei tudo na observação. Porém, aos poucos fui me dando conta da importância daquele homem para o Amazonas. Vendo todos aqueles políticos, pude notar na face de alguns uma tristeza explícita, como no olhar vago do senador Pedro Simon, que tentava segurar as lágrimas com muito esforço; na postura do vice-presidente José de Alencar, que mal conseguiu proferir seu discurso em homenagem ao senador. "Bobagem esse lance de que homem não chora". Observando outros políticos, os quais, já teriam sidos de alguma forma cobrados pelo senador, fiquei imaginando no que eles estariam pensando. Alívio? Remorso? Espero que arrependimento pelas suas ações. Todos os presentes tinham motivos diversos para dar seu último adeus a Jefferson Péres, mas de um pensamento igual todos compartilhavam: a sua ética. Isso ficou provado várias vezes, inclusive, quando em um dos seus discursos verdadeiros e ferinos ele declarou que não queria mais ter nenhum mandato porque estava muito triste com a atuação de alguns políticos. Nesse momento, fiquei pensando no futuro da política no Amazonas. Parece coisa de criança, mas como num passe de mágica me veio à cabeça a lembrança de um desenho animado, em que um dos personagens dizia: "e agora, quem irá nos salvar?". Sim, foi-se um homem de bem. A sensação que tenho é de que o Amazonas ficou órfão. Foi-se um dos maiores defensores da nossa região e da ética política nesse país. Sua imagem pequena e sempe atenta aos acontecimentos, tornava-se grande quando ele proferia seus discursos. Mostrava-se grande também pelo teor das palavras certas e pela coragem de dizê-las sempre. Espero que sua trajetória sirva de lição para àqueles que se dizem representantes do povo. Por um lado, lamento ter presenciado essa perda inigualável no início de minha carreira jornalística, mas por outro, tenho orgulho de ter relatado um momento único que entra na história: a despedida de um homem que uniu no seu enterro todas as classes, com choros e sentimentos, pela sua vida pública e transparente. Encerro esse texto com a frase proferida pelo povo amazonense na hora final da despedida, à qual também iniciei minha matéria para o Portal Amazônia: "Jefferson Guerreiro para o povo brasileiro".


Com pesar,
Nika






segunda-feira, 28 de abril de 2008

Enfim...

Depois de algum tempo estou de volta à ativa no meu blog. Esse sumiço, quase eterno (sou exagerada msm), foi por conta de uma pane que deu no meu PC. Imagine que, além de ficar esse tempo todo sem PC em casa, tive que aturar toda a lentidão (ou enrolação msm) para tê-lo de volta. Deu até Procon!!! Pois bem... vamos aos fatos! Exatamente no dia 09 de fevereiro estava eu nos meus delírios textuais, quando de repente meu computador apagou. Sumiu tudo mesmo. Desliguei a CPU, tornei a ligar e nada. Fiquei louca! Minha vida tá nesse computador, e eu pensava justamente nesse dia em fazer um back up. Apagou antes. Como ainda estava na garantia, levei na assistência técnica, que me deu um prazo de 15 dias para entregá-lo. O fato é que se passaram os 15 dias, depois mais 15 e nada... Entrei em contato com o fabricante, através da assistência, que alegava não ter a peça na loja e dependia dele para consertar. O fabricante, o qual faço questão de citar o nome para que outras pessoas fiquem alertas com os produtos dessa marca, chama-se Amazon PC. Constatei pessoalmente a falta de profissionalismo e o descaso do fabricante com os clientes. Imagine que todas as vezes em que eu ligava, eles me garantiam que a bendita peça ja tinha sido enviada. Pra completar, o primeiro defeito era a Fonte, depois tinha que trocar a Memória, por último ainda teve o lance do Processador, ou seja, comprei "gato por lebre". E olha que é uma máquina considerada ótima no mercado da informática. Após ir no Procon, onde diga-se de passagem, fui muito bem atendida (funciona gente! Acreditem), deram um prazo de 10 dias para que a assistência técnica me devolvesse o PC consertado. Depois de oito dias, já no mês de abril, tive a sorte de rever meu equipamento. Registrei essa ladainha aqui porque precisava desabafar. No momento, me senti impotente, sem recursos para agir. O contato da Amazon PC fica em São Paulo, e sempre quem atendia era uma mulher com ar sarcástico, tentando me fazer de trouxa. Ainda tive que aguentar isso, pode!!!
Bjkas, vamos a coisas mais descontraídas!!